Cesta básica fica mais barata em 24 capitais brasileiras em novembro. No Rio, custa R$ 783,96
Enviado Quarta, 10 de Dezembro de 2025.O Rio de Janeiro é uma das capitais que teve barateamento: -2,17% em um mês
O custo da cesta básica diminuiu em 24 das 27 capitais brasileiras em novembro. O dado é fruto do acompanhamento de preços feito, desde 2024, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O Rio de Janeiro é uma das capitais que teve barateamento: -2,17% em um mês.
Além do Rio, tiveram quedas importantes: Macapá (-5,28%), Porto Alegre (-4,10%), Maceió (-3,51%), Natal (-3,40%), Palmas (-3,28%), Florianópolis (-2,90%), São Luís (-2,56%), Fortaleza (-2,35%), Aracaju (-2,20%), Curitiba (-2,12%) e João Pessoa (-2,01%), entre outras capitais. Já as elevações foram registradas em Rio Branco (0,77%), Campo Grande (0,29%) e Belém (0,28%).
Em novembro de 2025, o preço da cesta básica do Rio de Janeiro ficou em R$ 783,96. Oito dos 13 produtos que compõem a cesta básica tiveram diminuição nos preços médios em um mês: tomate (-22,72%), batata (-8,59%), arroz agulhinha (-3,98%), leite integral (-3,29%), farinha de trigo (-2,18%), café em pó (-1,71%), manteiga (-1,07%) e açúcar refinado (-0,89%). O valor do feijão preto manteve-se estável. Os outros quatro produtos apresentaram alta: óleo de soja (3,11%), carne bovina de primeira (1,07%), pão francês (0,71%) e banana (0,33%).
A cesta do Rio ainda é a quinta mais cara entre as capitais. Na comparação com novembro de 2024, houve elevação de 0,81% no preço dela. Foram registradas elevações em seis dos 13 produtos: café em pó (50,28%), banana (10,10%), tomate (8,94%), carne bovina de primeira (8,77%), óleo de soja (7,47%) e pão francês (4,98%). Apresentaram diminuição de preços: batata (-48,32%), feijão preto (-38,39%), arroz agulhinha (-28,29%), leite integral (-7,39%), farinha de trigo (-7,16%), açúcar refinado (-2,63%) e manteiga (-0,22%).
Em novembro de 2025, o trabalhador do Rio de Janeiro, remunerado pelo salário mínimo de R$ 1.518,00, precisou trabalhar 113 horas e 37 minutos para adquirir a cesta básica.
Fonte: Extra
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