Rioprevidência diz que não houve descontos indevidos contra inativos e pensionistas

Enviado Segunda, 06 de Julho de 2026.

Posicionamento vem após servidores aposentados denunciarem deduções desconhecidas em suas folhas de pagamento, o que foi ocasionado por erro no sistema; não há prejuízo financeiro

O Rioprevidência, fundo responsável pelo pagamento de pensão e aposentadoria dos servidores do Estado do Rio, e a Diretoria de Veteranos e Pensionistas da Polícia Militar do Rio de Janeiro (DVPPMERJ) informaram à coluna, nesta sexta-feira (dia 3), que nenhum desconto indevido foi realmente aplicado contra inativos e pensionistas estaduais.

A informação foi dada após beneficiados terem relatado possíveis descontos indevidos no contracheque de junho, com depósito em julho.

Na ocasião, a diretoria foi às redes sociais explicar que contatou a autarquia para entender as deduções, além de dar orientações aos servidores e pensionistas como proceder nos casos em que houve abatimento.

"Após contato com o Rioprevidência, fomos informados que há um erro sistêmico na emissão de alguns demonstrativos. Por isso, acesse o seu contracheque correto pelo Portal do Servidor, utilizando o Gov.br. Caso essa inconsistência permaneça, faça novo contato com os nossos canais de atendimento", disse o DVPPMERJ.

À coluna, a diretoria disse que "não houve descontos indevidos na prática, apenas apareceram nos contracheques por erro no sistema". Esses erros, contudo, "já foram corrigidos"

O Rioprevidência reforçou a informação, afirmando que a "inconsistência foi prontamente identificada e corrigida, não havendo qualquer desconto indevido, impacto na folha de pagamento ou prejuízo financeiro aos aposentados e pensionistas do Estado."

Quanto ao erro, disse que foi identificado no sistema responsável pela geração dos contracheques, "o que ocasionou a exibição de algumas informações imprecisas nos demonstrativos disponibilizados no portal da autarquia". Concluiu informando que "os demonstrativos foram refeitos e que não houve nenhum desconto incorreto."

 

 

Fonte: Extra