Ricardo Couto anuncia que Rio voltou a ter superávit o promete deixar R$ 5 bilhões em caixa

Enviado Terça, 22 de Setembro de 2026.

Em evento com Lula, o governador disse que ações do governo com forças de segurança e reforço de barreiras fiscais contribuíram para melhorar as finanças do Estado

O governador em exercício do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto, anunciou nesta sexta-feira (18) que o Estado voltou a ter superávit fiscal. Ele prometeu entregar o mandato para o próximo governador com cerca de R$ 5 bilhões em caixa.

O anúncio foi feito durante um evento com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o prefeito do Rio, Eduardo Cavalieri (PSD), em que foram apresentadas ações integradas entre os poderes na área de segurança pública.

Segundo Couto, ações do governo com forças de segurança e reforço de barreiras fiscais contribuíram para melhorar as finanças do Estado, que sofre de um problema crônico de crise fiscal.

“O Estado do Rio de Janeiro, graças a isso, graças ao apoio que está tendo, já está superavitário. Hoje o Estado do Rio de Janeiro saiu do vermelho”, declarou Ricardo Couto.

O chefe do Executivo fluminense afirmou que ainda irá divulgar os detalhes da nova situação do Estado. Mas prometeu entregar o governo com reservas para o seu sucessor.

“Aquela meta corporalizada de entregar o Estado do Rio de Janeiro com cerca de R$ 5 bilhões em caixa, nós vamos atingir”, declarou.

Couto arrancou elogios de Lula, que fez diversos acenos ao desembargador durante sua fala. “Eu quero parabenizar nosso governador Ricardo Couto pelo exemplo e pela certeza que ele está nos passando de que é possível a gente conseguir consertar tudo o que está errado nesse país”, disse o presidente.

O governador do Rio também defendeu que a segurança pública seja tratada “sem bandeira, mas com muita responsabilidade", buscando uma "unidade de visão e despolitização da segurança". Segundo Couto, a segurança não deve ser guiada por visões políticas errôneas, mas sim pela função do Estado de acertar e cumprir sua missão.

Fonte: Valor Econômico