SINDICATO DOS AUDITORES FISCAIS DA RECEITA ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO

ÁREA RESTRITA

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Um novo Rio

Vivemos hoje um novo Rio de Janeiro, um Rio que finalmente encontrou o caminho da paz. O governo do estado enfrenta traficantes e milicianos, liberta comunidades inteiras do jugo da bandidagem, devolvendo-lhes a autoestima, a alegria, e, sobretudo, a esperança para milhares de cariocas e fluminenses.

Tijuca, Copacabana, Penha, Olaria e até o antes considerado inexpugnável Complexo do Alemão voltaram a sorrir. As praças estão novamente cheias, as pessoas recuperaram o direito de ir e vir, os imóveis se valorizaram. No interior e na Região Metropolitana, a retomada do crescimento gera empregos de carteira assinada. O Rio cresce mais que a média do Brasil.

Isso acontece porque o Rio hoje tem comando, com nome e sobrenome: Sérgio Cabral. Quem convive com ele sabe. O governador escolhe os melhores quadros, estabelece as metas e dá total autonomia para que se chegue ao objetivo. Não interfere no processo. Mas cobra resultados. É um gestor competente e um agregador por natureza. Sabe recuar quando é preciso, admitir falhas e agir para corrigi-las. E segue em frente, pois quem dirige olhando para o retrovisor não chega a lugar nenhum.

Por isso conquistamos a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Por isso não vamos perder o nosso direito aos royalties. Por isso o Rio vai continuar no rumo que está. A reeleição de Cabral, no primeiro turno, com 66% dos votos, é maior prova de que a população o aprova.

É muito fácil setores que, no passado recente, se acumpliciaram ou cederam à marginalidade, contribuindo para a quase destruição do Rio, fiquem hoje atirando pedras. Infelizmente, ainda se faz política assim. Mas o povo enxerga a realidade. O filósofo Descartes ficou famoso pelo axioma “penso, logo existo”. No caso do Rio, eu acrescentaria outro: “eu olho e vejo”. Eu vejo um novo Rio. É isso o que todos nós queremos.
 

Jorge Picciani - Presidente do PMDB-RJ
07/07/2011 - ARTIGO

 

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