SINDICATO DOS AUDITORES FISCAIS DA RECEITA ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO

ÁREA RESTRITA

|

Sinal de alerta

A movimentação no Palácio Guanabara em favor da mudança de tom de Sérgio Cabral começou antes mesmo da queda do helicóptero na Bahia. Pesquisas de opinião já mostravam o prejuízo que o destempero com a greve dos bombeiros trouxe para a imagem do governador - e, consequentemente, para o governo.
No último fim de semana, o vice Luiz Fernando Pezão ligou para aliados - e ouviu, especialmente, os mais experientes.

Soube que as revelações sobre as relações de Cabral com empresários funciona¬ram como gasolina sobre o fogo - na opinião pública e na Assembleia. Até os deputados da base, aproveitando a fragilidade de Cabral, ameaçavam votar contra o governo no projeto sobre os bombeiros.

Foi numa reunião com o chamado núcleo duro - Pezão, Régis Fichtner e Wilson Carlos - que Cabral soube das chances de agravamento da crise.
A decisão de dar uma entrevista - a um veículo só, nada de coletiva - foi do próprio governador.

30/06/2011 – COLUNA BERENICE SEARA
 

 

Fontes de Notícias :