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Saia-justa em encontro com taxistas

O encontro do governador e candidato à reeleição Sérgio Cabral (PMDB), ontem, num clube, no Rocha, Zona Norte, com taxistas, terminou em saia-justa. Representantes da Associação dos Taxistas do Brasil (Abratáxi) — que promoveu o evento — ficaram revoltados, porque nenhum dos líderes da entidade foi apresentado no palanque e não tiveram chance de debater as necessidades da categoria. Cabral se limitou a falar de isenção de ICMS, regulamentação da profissão e transporte pirata, mas não ouviu novas demandas.

"Não nos deram oportunidade de falar. Como alguém vai na casa de uma pessoa e nem sequer apresenta o dono?”, questionou o presidente da Abratáxi, Ivan Fernandes, enquanto tirava da camisa o adesivo da campanha. Foi grande a gritaria de taxistas que se penduraram numa grade para tentar falar com Cabral, ao fim do evento. Após responder a duas perguntas, ele foi embora. A assessoria da campanha alegou que Cabral estava com muita dor no joelho. Questionada sobre o motivo que o levou a não citar o nome da Associação, a assessoria disse que o governador foi chamado para uma agenda com taxistas em geral, "sem distinção de empresas".

Isenção de ICMS
"Apoio a regulamentação da profissão taxista. Enfrentamos o transporte pirata. A segurança é uma aliada do cidadão e dos taxistas. Eles sofrem com a violência. Então, para o taxista, ter o Rio mais seguro é fundamental”, disse Cabral, que afirmou que vai continuar com a isenção do ICMS na compra de carros pela categoria. Estavam com Cabral o candidato a senador de seu partido, Jorge Picciani, Carlos Alberto Lopes, que disputa vaga na Câmara dos Deputados, e Fábio do Táxi (PSDC), que tenta cadeira na Assembléia Legislativa.
 

08/09/2010

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