SINDICATO DOS AUDITORES FISCAIS DA RECEITA ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO

ÁREA RESTRITA

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Paralisação de bancários cresce e completa 6 dias

Sindicatos falam de ameaças de bancos e estes, de agressão

A greve dos bancários completou ontem seis dias, com novas adesões e troca de acusações entre patrões e funcionários. Segundo balanço da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), ontem 6.527 agências em todo o país teriam ficado fechadas, 68,9% a mais que em 29 de setembro, início da greve. Em relação a sexta-feira, mais 312 agências pararam.
Em São Paulo, o sindicato informou que 600 agências e 13 centros administrativos, com 29 mil bancários, ficaram parados.

Com data-base em 1ode setembro, a categoria pede 11% de reajuste (4,29% da inflação mais aumento real). Os bancos só oferecem repor a inflação.

O presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro, acusou ontem alguns bancos de chamar a polícia para reprimir manifestações da categoria como ocorreu em frente ao prédio do Itaú Unibanco, no Centro de São Paulo e de ameaçar bancários com demissão. Ele classificou a atitude de terrorismo.
A Fenaban, que representa os bancos, contestou as acusações e afirmou haver registros de agressões de sindicalistas contra bancários que queriam trabalhar.

E disse que os sindicatos têm tentado impedir clientes de usar os caixas eletrônicos.
Hoje haverá assembleias para decidir a continuidade da greve.
 

05/10/2010

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