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‘Escraaaacha’ agora no PSD

Wagner Montes deixa PDT e entra na nova legenda, que passa a ter maior bancada na Alerj

Deputado estadual mais votado do Rio, com 528 mil votos na eleição de 2010, Wagner Montes deixou ontem o PDT para ingressar no PSD. A decisão foi anunciada após conversa, pela manhã, com o presidente da legenda e ministro do Trabalho, Carlos Lupi. Outro deputado estadual do PDT, Marcos Soares decide até amanhã se faz o mesmo.

Em nota, a assessoria do deputado diz que Wagner “sempre foi muito respeitado (no PDT) e fez grandes amigos, entre eles o presidente Carlos Lupi”. O texto afirma que a saída ocorre “sem qualquer tipo de atrito”. “É um desafio novo, como nas vezes que troquei de emissora. Quero ajudar a construir o PSD”, disse o apresentador da TV Record.

Nos bastidores, comenta-se que Wagner estava desconfortável com a falta de espaço para decidir os rumos da legenda, em especial em relação à eleição de 2012. O PDT não o consultou, apesar de ser um potencial candidato a prefeito, antes de anunciar apoio à reeleição de Eduardo Paes.
Com Wagner, o PSD passa a ter, oficialmente, a maior bancada da Assembleia Legislativa do Rio, com 12 deputados em atividade e um licenciado (Christino Áureo, secretário estadual de Agricultura). Até então, a hegemonia era do PMDB, com 11.

Wagner diz que, apesar disso, não “vislumbra” concorrer em 2013 à presidência da Alerj, tradicionalmente ocupada pela maior sigla.
Líder do governo e colega de PSD, André Corrêa garante que o partido não exercerá o direito. “O partido não lançará candidato à presidência da Casa”, diz.
Wagner Montes Filho, filho do deputado e apresentador, também deixou o PDT, há dois meses, para concorrer a vereador pelo PRB.

Calazans diz que será inocentado
O deputado estadual Alessandro Calazans (PMN) disse ontem acreditar que o processo contra ele no Tribunal de Justiça será arquivado. Na segunda-feira, conforme noticiado pela coluna “Justiça e Cidadania”, de O DIA, o Órgão Especial aceitou denúncia do Ministério Público estadual contra ele e o ex-deputado federal cassado André Luiz. Presidente de CPI sobre irregularidades na Loterj, em 2004, ele é acusado de ter exigido propina para o relatório ser favorável ao bicheiro Carlinhos Cachoeira.
“Já respondi a mais de 15 investigações pelos mesmos fatos e fui absolvido em 13. Vai acontecer o mesmo”, disse o parlamentar.

26/10/2011

 

 

 

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