SINDICATO DOS AUDITORES FISCAIS DA RECEITA ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO

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Sinfrerj abraça a Reforma Tributária Solidária

Será que eu precisaria pagar tanto imposto como eu pago? Será que podemos acreditar num país mais justo e solidário?

Algumas perguntas que fazemos no nosso dia a dia foram respondidas e abordadas na palestra Reforma Tributária Solidária realizada no dia 16 de maio organizada pelo Sinfrerj. O debate propôs repensar as formas pelas quais se tributam as pessoas e as empresas em nosso país.        

Devido a importância do assunto que mexe com a vida de toda a sociedade, a Fenafisco e a Anfip estão promovendo durante todo o mês de maio, eventos nas capitais brasileiras, para apresentar o projeto "Reforma Tributária Solidária: Menos Desigualdade, Mais Brasil".

Compareceram ao evento as seguintes entidades: Afrerj, Anfip, Sinfazerj, Anaferj, Fenafim e Sindifisco Nacional. Foram registradas as presenças dos ex-presidentes do Sinfrerj: Juarez Barcelos de Sá, Geraldo Miguel Vila Forte Machado e Ricardo Brand além do ex-presidente da Afrerj, Otacílio Octacílio de Albuquerque Netto.

Os cariocas foram contemplados com um amplo debate conduzido pelo Diretor de Formação Sindical e Relações Intersindicais da Fenafisco, Francelino das Chagas Valença Junior.

Para melhor entendimento, o palestrante falou das premissas da Reforma Tributária Solidária. Que são: equilíbrio fiscal, a redução das desigualdades sociais, a redução do Custo Brasil e a promoção do desenvolvimento econômico.

Francelino fez um panorama da carga tributária brasileira, os reflexos na economia em decorrência da alta tributação sobre o consumo e por fim, uma análise do crescimento econômico contemporâneo do Brasil em relação ao mundo.

No encerramento do evento, o presidente do Sinfrerj, Pedro Gonçalves Diniz Filho, falou do privilégio de debater sobre a Reforma Tributária com as entidades representativas presentes e agradeceu a presença do palestrante da Fenafisco. Ressaltou que além da solidariedade que deve existir entre os agentes sobre os quais se impõe a carga tributária, o mesmo tratamento precisa ser mantido entre os diversos níveis de governo. Problemas como a concentração de recursos nas mãos da União e a tributação diferenciada do ICMS no destino para petróleo, seus derivados e energia elétrica, devem ser incluídos no debate.
- Em breve apresentaremos algumas das constatações do estudo sobre os desequilíbrios do nosso sistema tributário a as sugestões para torná-lo mais justo. Por fim, não podemos deixar de destacar a presença reduzida de nossos associados. Uma atividade de tal vulto, sobre tema de tamanha relevância para a classe fiscal, deveria ter sido mais prestigiada.

Vídeos: 
http://www.sinfrerj.com.br/sites/default/files/video_abertura.mp4
http://www.sinfrerj.com.br/sites/default/files/video_encerramento.mp4