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Rio in Rio deve movimentar R$ 1,7 bi na economia do Rio

Mais de 700 mil pessoas passarão pelo Parque Olímpico ao longo dos sete dias do Rock in Rio. Uma estimativa da RioTur aponta que, desse número, 420 mil devem ser turistas. Por dia, serão mais de 2 mil servidores espalhados pela parte interna e externa. A área do evento é de 385 mil metros quadrados. O prefeito Marcelo Crivella fez a assinatura do contrato de realização do evento ao lado do presidente da RioTur, Marcelo Alves, e do empresário Roberto Medina.

— Não é fácil fazer um evento em um país que tem tanta burocracia. Vocês viram quantas licenças e precauções têm de ser tomadas. Sei que estará lá também o voluntarioso Ministério Público e a Defensoria para questionar. Mas o sonho supera isso tudo — disse Crivella, na entrevista em que foi detalhado o planejamento operacional para receber o evento. 

Os ingressos para o festival estão sendo vendidos em 73 países. Rússia, EUA, Canadá, Emirados Árabes, Dinamarca, Noruega e Polônia são alguns deles. As principais vendas são de São Paulo, Belo Horizonte e Bahia, além do próprio Rio de Janeiro.

— Mais de R$ 1,7 bilhão entram para movimentar a economia, gerando a permanência de estrangeiros por até cinco dias. Consumindo e vivendo tudo o que temos de melhor — afirma Marcelo Alves.

Um levantamento do Hotéis Rio mostra que o município já conta com 70% de ocupação da rede hoteleira para a primeira semana de evento. Os números são ainda maiores para a segunda semana, atingindo em média 80%. Os bairros do Leme e de Copacabana têm os níveis mais elevados, batendo 83%.

O empresário Roberto Medina, criador do Rock in Rio, pede que as esferas federais, estaduais e municipais “deem as mãos” para que a cidade consiga ser a capital de turismo da América Latina.
— Esta cidade é inspiradora e tem uma vocação para o sucesso. Temos que ter esperança permanente.

 

 

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