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Relatório da Comissão de Economia aponta medidas para a retomada econômica do Estado

Após um ciclo de oito audiências sobre o impacto da pandemia de coronavírus na economia do Estado, a Comissão de Economia, Indústria e Comércio,da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) elaborou relatório que aponta medidas para recolocar o estado do Rio no caminho do desenvolvimento: elaborar um plano de desenvolvimento, considerando as potencialidades regionais; rever as políticas de crédito a empreendedores, que ainda são muito burocráticas e não contemplam todos os necessitados; investir recursos públicos para aquecer e retomar a economia fluminense; e modernizar a administração estatal, que necessita de mais agilidade em seus processos.

A crise provocada pela pandemia atingiu em cheio a economia fluminense. A previsão é que, neste ano, o Produto Interno Bruto (PIB) do Estado tenha queda de 4,6% e que haja um déficit de mais de R$ 23 bilhões no orçamento estadual. Há uma previsão da Fecomércio-RJ de que, num futuro próximo pode haver no Estado até 400 mil trabalhadores desempregados.

O presidente da Comissão de Economia da Alerj, deputado Renan Ferreirinha (PSB), reforçou a importância de apoiar o estado na retomada da economia: “A saída para a crise não é trivial e precisará de um esforço conjunto, muito integrado e efetivo”. O parlamentar acrescenta que tudo precisa ser feito com base em indicadores de monitoramento e eficiência de resultados.

O ciclo de audiências públicas aconteceu entre abril e julho, com sessões virtuais. Ao longo de três meses a comissão da Alerj ouviu diversos representantes do setor econômico. Cada audiência foi segmentada por um tema: Grandes empresas; Indústria; Startups e empreendedorismo; Trabalhadores formais e informais; Bares e restaurantes; Entretenimento; Comércio e serviços; e o último encontro, “Possíveis saídas para a crise”, contou com a presença do Secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, Marcelo Lopes da Silva, e de renomados economistas, como Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central do Brasil e presidente do Instituto de Estudos para Políticas de Saúde; além do diretor da Assessoria Fiscal da Alerj, o economista Mauro Osório.

 

 

 

 

 

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