SINDICATO DOS AUDITORES FISCAIS DA RECEITA ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO

ÁREA RESTRITA

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A reconfiguração da Alerj

Finalizada a janela de transferência partidária, a Assembleia Legislativa tem uma nova configuração. Nela, o domínio do MDB foi reduzido significativamente. A legenda conta agora com sete deputados estaduais, oito a menos do que no início da legislatura, e empata com o PDT. Além de perder a hegemonia isolada da Casa, o partido do governador Pezão passa a ser seguido de perto por DEM e PP, que contam com seis parlamentares.Ex-prefeito de Queimados, Max Lemos, que organiza a lista de candidatos do MDB à Alerj, minimiza: "Era algo esperado, à medida que os deputados buscam a possibilidade de se elegerem nas chapas que julguem melhor. Mas a nossa bancada de eleitos em 2018 certamente será maior que a atual", diz ele, apostando que o MDB fará entre 8 e 10 deputados.

Subiu a plaquinha
Deixaram o MDB os deputados Marcelo Simão (PP), Fábio Silva (DEM), Coronel Jairo (SD) e Pedro Augusto (PSD). O partido sofre ainda com os desfalques de Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi, presos preventivamente na Lava Jato. Já Márcio Canela, ex-PSL, ingressou no MDB.

Filiou-se, mas saiu
De saída do PSDB, a ex-deputada federal Andréia Zito chegou a assinar a ficha de filiação do PP na sexta-feira, mas, no sábado, acertou a ida para o PSD de Indio da Costa. "O PP deve caminhar com o Eduardo Paes (DEM) na disputa pelo governo estadual. Eu acredito que o Indio tem mais propostas para a Baixada Fluminense", diz ela, que deverá se candidatar à Câmara dos Deputados.

Segue
Apesar de perder Andréia Zito, o PP tem motivos para comemorar. O retorno à Alerj de Christino Áureo (PP), ex-chefe da Casa Civil de Pezão, e a filiação de Marcelo Simão (PP), ex-MDB, garantiram ao partido a terceira maior bancada da Alerj, com seis deputados.

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