SINDICATO DOS AUDITORES FISCAIS DA RECEITA ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO

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Receita do município do Rio ainda está em queda após reabertura; Estado ainda vai divulgar números

Com a retomada das atividades comerciais, a expectativa é que os números da arrecadação do estado e do município do Rio voltem a subir, depois do rombo nas finanças públicas provocada pandemia do coronavírus. O funcionalismo espera ansiosamente por boas notícias, já que a queda dos números reflete diretamente na capacidade de pagamento por parte dos gestores.

O Estado do Rio chegou a projetar, no início da pandemia, o déficit de R$ 10 bilhões da receita até o fim do ano. Com o socorro da União aprovado pelo Congresso e com medidas adotadas pelo governo, esse rombo diminuiu de para R$ 6 bilhões. Questionada, a Secretaria estadual de Fazenda não quis antecipar as novas projeções da arrecadação e disse, por meio de nota, que está elaborando e vai divulgar em breve uma nota de revisão de receita.

“O documento deverá apontar para um cenário econômico melhor do que apresentado na última nota e será amplamente divulgado em breve”, disse. A expectativa é de que o governo do estado afirme, de forma definitiva, que terá capacidade de pagar os servidores até o fim do ano, incluindo o 13º salário.

Já a Prefeitura do Rio projetou, inicialmente, a queda na arrecadação de R$ 1,57 bilhão. Agora, o rombo está estimado em R$ 1,1 bilhão. Segundo a Secretaria Municipal de Fazenda, no mês de maio, a queda foi de R$ 293,5 milhões. Houve ganho de R$ 223,7 milhões em junho, mas o montante se deve à entrada de receitas extraordinárias, de programas de renegociação de débitos e repasses da União. Se forem desconsiderados, a receita de junho permanece em queda, de R$ 174,8 milhões, um valor 11,36% inferior a junho de 2019.

Questionada sobre a capacidade de pagar o salário do funcionalismo municipal, a pasta ratificou que os servidores serão pagos no prazo, até o quinto dia útil. “Da mesma forma, o 13° dos funcionários será processado conforme legislação vigente”, afirmou em nota.

EXTRA – COLUNA DO SERVIDOR

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