SINDICATO DOS AUDITORES FISCAIS DA RECEITA ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO

ÁREA RESTRITA

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Processo contra presos segue lento

Enquanto os cinco deputados presos na Operação Furna da Onça tentam retomar seus mandatos na Assembleia Legislativa do Rio, uma representação feita pelo PSOL ainda em 2018, pedindo que o grupo fosse julgado por quebra de decoro, ainda não chegou ao Conselho de Ética.

A papelada está com o corregedor Jorge Felippe Neto (PSD). Segundo o regimento, os deputados poderiam apresentar defesa nesta fase, cujo prazo acabou na última quarta (27). Mas só André Corrêa (DEM, na foto) e Marcos Abrahão (Avante) o fizeram. Marcos Vinícius Neskau (PTB), Luiz Martins (PDT) e Chiquinho da Mangueira (PSC) sequer constituíram defesa.

Conforme O DIA já mostrou, a representação contra os presos passou quase um ano na Mesa Diretora, antes de chegar à Corregedoria. Com o fim do prazo para defesa, caberá ao corregedor publicar o certificado de decurso de prazo em Diário Oficial, o que deve acontecer nos próximos dias.

Diante de tanta repercussão do caso, não há outra saída para Jorge Felippe Neto: deputados ligados a ele garantem que ele emitirá parecer favorável para transformar a sindicância em representação. A partir disso, o grupo poderá ser julgado pelo Conselho e cassado.

COLUNA INFORME DO DIA
 

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