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MP apresentará tese que Picciani está no nível de corrupção de Cabral

O Ministério Público Federal pretende apresentar a tese de que Jorge Picciani (MDB) está no mesmo patamar do ex-governador Sérgio Cabral quando o assunto é corrupção no governo estadual. O presidente da Assembleia Legislativa está preso preventivamente desde o dia 21 de novembro junto com os deputados correligionários Paulo Melo e Edson Albertassi. Com isso, os promotores do MPF querem que, caso o inquérito seja instaurado, a pena de Picciani seja tão pesada quanto a de Cabral, que já soma mais de 87 anos de prisão em condenações na primeira instância.
Já a defesa de Picciani sustentará que tal comparação não procede. Para isso, vai argumentar que Cabral responde a vinte ações e que, na maioria delas, o nome do presidente da Alerj sequer foi citado. Aguardemos cenas dos próximos capítulos.

Saúde e família
Aliados têm sugerido a Picciani que alegue motivo de Saúde para pedir o cumprimento de prisão domiciliar. Mas o emedebista, que tem sido medicado no presídio em decorrência da retirada da bexiga e da próstata para tratar um câncer, reluta. Seu filho Felipe Picciani, pecuarista também preso, ficaria sem o pai por perto na Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica.

Exposição
Na Alerj, já tem deputado governista defendendo a renúncia de Picciani da presidência da Casa. "Ele sempre foi respeitado por pensar no coletivo. Mas ao não renunciar, em meio a uma situação dessas, está expondo todos nós. Vai ficar insustentável", diz um parlamentar.

Regimento
Como Jorge Picciani não foi condenado não há sequer inquérito instaurado , cabe ao próprio presidente da Alerj abrir mão da função.

 

12/01/2018

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