SINDICATO DOS AUDITORES FISCAIS DA RECEITA ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO

ÁREA RESTRITA

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Governo do Rio

Presidente nacional do MDB, Romero Jucá (RR) ofereceu a Romário o apoio do partido na corrida ao governo do Rio. Ambos tiveram uma conversa privada anteontem no Senado, casa legislativa à qual pertencem. O acordo passaria pela indicação do MDB ao cargo de vice na chapa. Apesar de o MDB ser dono de robusto fundo partidário e farto tempo de propaganda na TV, Romário não selou a aliança. Condicionou a união ao afastamento de nomes como Leonardo Picciani (MDB-RJ) e Marco Antônio Cabral (MDB-RJ) da direção estadual do partido. "Não vamos carregar pesos que não são nossos. Não adianta ganhar de um lado (com a estrutura) e perder do outro (com o desgaste)", resumiu um aliado do ex-jogador, referindo-se aos filhos do deputado Jorge Picciani (MDB) e do ex-governador Sérgio Cabral.

Segue
Jucá e Romário ficaram de conversar novamente sobre o assunto, mas como o presidente do MDB-RJ é Leonardo Picciani, que tem amplo apoio da legenda no Rio, dificilmente MDB e Romário jogarão no mesmo time.

Questão de timing
Sobre a dificuldade de subir nas pesquisas, o presidenciável do PSDB, Geraldo Alckmin (SP), rebate: "As pessoas perguntam: por que não decola? Não adianta decolar antes do tempo e depois cair. Tem que ser na hora certa. O Doria tinha 1% de intenção antes da eleição", diz, aludindo à corrida pela Prefeitura de São Paulo.

Lula, Garotinho e Romário
Dentro da estratégia do PT de manter a candidatura de Lula, mesmo preso, à Presidência, o presidente do PT-RJ, Washington Quaquá, comenta: "No Rio, deveremos buscar alianças em torno do Lula com nomes não necessariamente da esquerda, como Anthony Garotinho (PRP) e Romário (Pode)."

É pouco, mas...
Quaquá cita pesquisa divulgada pelo 'Jornal do Brasil' para reforçar a tese de que, sem Marcelo Freixo (Psol) na disputa pelo governo do Rio, o Psol deveria apoiar Celso Amorim. O petista apareceu com 3,6% das preferências, 0,5% a mais que Tarcísio Motta, pré-candidato do Psol.

Pressão
Após a transferência do presídio de Benfica para o de Bangu, Fabio Cardoso Nascimento tem sido pressionado por familiares a fazer delação. Ele é assessor do presidente da Alerj, Jorge Picciani, e irmão da chefe de gabinete de Paulo Melo (MDB), Andrea Nascimento. Todos estão presos preventivamente.

Desceu
No domingo, a Coluna disse que, com as mudanças no foro privilegiado, processos relativos a Eduardo Paes (DEM) que estavam no STF — por conta do envolvimento do deputado Pedro Paulo Carvalho (DEM-RJ) — deveriam migrar para as mãos de Marcelo Bretas. Não deu outra.

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