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Deputados falam em impeachment de Witzel por supostos grampos ilegais

Suspeita de monitoramento de parlamentares inflamou oposição do governador do Rio

A suspeita de que o governo de Wilson Witzel (PSC) tenha grampeado deputados estaduais aumentou a temperatura da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro e fez com que alguns integrantes do parlamento começassem a falar na possibilidade de impeachment nesta terça-feira.

Líder da bancada bolsonarista na assembleia do Rio, o deputado Dr. Serginho (PSL) foi um dos que começaram a tentar emplacar o discurso da destituição durante a sessão plenária da Alerj. Ele usou, como argumento, a dúvida de que Witzel estaria intervindo ilegalmente no parlamento.

“Se há dúvida de investigação ilegal sobre o os parlamentares, formulada pelo próprio Chefe do Poder Legislativo, e há ainda a declaração do Presidente da República de que o governador interferiu em investigação policial para fins políticos, não nos falta nenhuma prova minimamente indiciária para abrirmos o processo de impeachment”, afirmou ao Radar.

O pano de fundo para as discussões sobre o grampo dos deputados é uma suposta queda de braço entre o presidente da Casa, André Ceciliano (PT), e o secretário de Desenvolvimento Econômico, Energia e Relações Internacionais, Lucas Tristão – acusado nos bastidores de ser o responsável pelas escutas e por dossiês intimidadores.

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