SINDICATO DOS AUDITORES FISCAIS DA RECEITA ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO

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Candidatos querem rediscutir o Regime Fiscal e a privatização da Cedae

Os dois candidatos que estão na disputa do segundo turno da eleição para o governo do estado, Wilson Witzel (PSC) e Eduardo Paes (DEM), terão suas ideias confrontadas a respeito do futuro do Rio de Janeiro até o dia 28 de outubro, data da votação final. Um tema em especial tem a atenção de ambos: o Regime de Recuperação Fiscal. Witzel e Paes pregam a revisão dos termos do atual acordo. A diferença, porém, são as alterações indicadas. Enquanto o concorrente do PSC propõe a revisão do programa em diversos aspectos, como a extensão do pagamento da dívida do Estado com a União por 100 anos, o representante do DEM é mais cauteloso, prometendo a abertura de uma negociação com o futuro presidente, sem indicar os pontos que serão abordados.

— Como governador, serei aliado dos 92 prefeitos e também do presidente da República. Essa habilidade política vai me permitir, no dia seguinte à minha eleição, bater na porta do novo presidente. E, com certeza, vou procurar repactuar o Regime de Recuperação Fiscal — disse o ex-prefeito do Rio Eduardo Paes.

Já o ex-juiz federal Witzel prega a repactuação do termo para não punir a população e os servidores pela crise do Estado do Rio:

— (O Regime) É um sufocamento financeiro. O que pretendo é fazer a revisão do Regime com a proposta de alongamento da dívida e pagamento das parcelas de forma flexível. No que analisamos, temos de estender o pagamento para 100 anos, em parcelas, como se faz com penhora de faturamento — afirmou Witzel, que lembrou, também, que vai estimular a economia pelo setor de petróleo e gás, além de reduzir a máquina pública com a redução de secretarias.

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