SINDICATO DOS AUDITORES FISCAIS DA RECEITA ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO

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Alta temperatura

Recomenda-se não convidar para o mesmo estande de tiro Wilson Witzel e Flávio Bolsonaro.

Recentemente, o filho do capitão cobrou explicações de Witzel (PSC) ao saber que o governador vem tentando interferir nos rumos do PSL na Alerj, inclusive na escolha do líder.

Não por acaso. Trata-se da maior bancada da Casa e, portanto, fundamental para a sobrevivência do inquilino do Palácio Guanabara.

A insatisfação de Flávio passa ainda pela controversa decisão do líder do governo na assembleia do Rio, Marcio Pacheco (PSC), de apoiar o petista André Ceciliano para presidir a Alerj.

E Witzel como reage? Evita passar recibos da pressão e é capaz de apostar que o filho do presidente da República será explodido a qualquer momento pelo Ministério Público.

O GLOBO - COLUNA LAURO JARDIM

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